domingo, junho 28, 2009

Casas, num festival de silêncio

De volta à paz da Casa, à rústica Cacela.
Aos pequenos almoços tranquilos, bem adornados no páteo. Ao despertar no silêncio. Aos serões mudos, inspirados, que ecoam dos tectos altos de cana e trave da sala, dos quadros de cores quentes, da parede em janela que reflete o candeeiro de luz amarela e as garrafas do bar. À meia luz.

De volta às ostras, às ameijoas, ao por-do-sol, na encosta da Casa Velha. Com a mesma honestidade de sempre.

De volta a tarte de amêndoa e à galeria intermitente da Casa Azul. Da qual nunca me canso.






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terça-feira, julho 29, 2008

De volta à Casa Azul

Mais um ano e de volta à Casa Azul.
Atrai-nos uma certa misticidade de Cacela Velha.


A Casa Azul virou restaurante, mantendo no entanto o conceito do chá do aconchego no sofá. E da arte palpitante em volta, nas paredes nuas. Exploram o terraço, com um portfólio de comida mais alargado.


Um queijo de cabra delicioso. Uma sopa exótica de cenoura e gengibre.Umas tostas ricas em pão alentejano. Uma salada digna.Uma tarte de amêndoa deliciosa, como sempre.

Como sempre, também a voltar.


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domingo, julho 20, 2008

Alive@Cacela









Não passem palavra.
Keep it a secret...

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